Federação Paulista de Volleyball

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Vôlei Futuro e Usiminas se encontram num duelo caribenho

27 jan 2010

 


 


Fonte: CBV


 


Das cinco estrangeiras em ação na Superliga, três são dominicanas. Duas delas estarão em ação nesta quinta-feira


 


Rio de Janeiro (RJ) – O confronto entre Vôlei Futuro (SP) e Usiminas/Minas (MG), nesta quinta-feira (28.01), terá um sotaque caribenho. Ao todo, cinco estrangeiras jogam a Superliga Feminina de vôlei 09/10. Três delas são da República Dominicana e duas estarão frente a frente na 12ª rodada do turno. A oposto Gina Mambru defende o time de Araçatuba, enquanto a meio-de-rede Annery Vargas está na equipe mineira. O confronto das jogadoras da seleção dominicana será disputado a partir das 20h, no ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba (SP).


 


Mambru e Vargas são os destaques das equipes na competição. Na última partida do Vôlei Futuro, na derrota para a Unilever por 3 sets a 0 no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, Mambru foi a atleta que mais pontuou no time, com 13 acertos.


 


Já Vargas é a quinta maior pontuadora da competição, com 132 pontos – 88 de ataque, 38 de bloqueio e seis de saque. Vargas também é a quinta colocada no ranking de bloqueio, com 27,34% de eficiência. No último jogo da Usiminas/Minas, contra o Sport/Banco BMG, na Arena Vivo, em Belo Horizonte, Vargas foi a maior pontuadora da partida, com 24 acertos – 13 de ataque, oito de bloqueio e três de saque -, e ajudou o time mineiro a vencer por 3 sets a 2.


 


Vargas e Mambru não fazem parte da mesma geração do voleibol dominicano, mas as duas estão na seleção nacional dirigida pelo brasileiro Marcos Kwiek. Enquanto Vargas já está há quase uma década no time, Mambru chegou há três anos.


 


“Jogar aqui no Brasil até diminuiu a nossa convivência porque na República Dominicana nos víamos praticamente todos os dias por causa da seleção nacional. Mas aqui, nos falamos diariamente por telefone. Temos uma relação muito bonita, de respeito e companheirismo. Ela é um jovem talento. Desde que começou na seleção, tanto eu quanto as outras jogadoras mais experientes sempre demos muita força para ela, dizendo que pode evoluir a cada dia. Ela é jovem e tem um futuro promissor”, conta Vargas, que já está adaptada ao dia-a-dia em Belo Horizonte.


 


“A Vargas é uma das mais veteranas na seleção. Ela sempre me motiva”, diz Mambru, que já se acostumou ao calor de Araçatuba. “É muito quente. Minha sorte é que o ginásio tem ar condicionado. A diferença do clima de Araçatuba para Santo Domingo é que aqui chove muito. Mas o calor é muito semelhante”, conta a jogadora, que completou 23 anos no último dia 21.


 


Mais uma dominicana


 


O Vôlei Futuro ainda conta com outra atleta da República Dominicana. A ponteira Josi Rodriguez recupera-se de uma torção no pé e só deverá voltar no returno da competição. Rodriguez, de apenas 18 anos, mora junto com Mabru, que a considera como uma filha. “Ela é mais jovem e sou eu quem cuido dela”, brinca Mambru, que quando não está treinando ou jogando aproveita o tempo livre para matar a saudade da família.


 


“Falo sempre com minha mãe pela internet. Tenho saudades de todos lá, mas estou gostando dessa experiência de jogar no Brasil. A Superliga é forte e competitiva. Estou feliz no Vôlei Futuro. Todos me acolheram muito bem. Não tem essa de ser dominicana, aqui sou do Vôlei Futuro. Não tem distinção alguma por parte das minhas companheiras”, diz Mambru.


 


Adversários diretos


 


Usiminas/Minas e Vôlei Futuro estão com campanhas parecidas na Superliga Feminina até o momento. Com isso, o jogo ganha uma importância maior em termos de classificação. O time mineiro ocupa a quinta colocação, enquanto a equipe paulista é a sexta colocada.


 


A Usiminas/Minas já jogou 10 vezes, ganhou seis e perdeu quatro. O Vôlei Futuro tem uma partida a menos e acumula cinco resultados positivos e quatro negativos.

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