Federação Paulista de Volleyball

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Sheilla é a maior potuadora da Superliga

05 fev 2009

 


Fonte: Photo&Grafia Comunicação


 


Santo André (SP) – Considerada um dos principais reforços do vôlei brasileiro para esta temporada, a oposto Sheilla, repatriada pelo São Caetano / Blausiegel, confirma as expectativas depositadas sobre ela. Aos 25 anos de idade e 12 de vôlei, a jogadora medalha de ouro com a Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Pequim/08 voltou ao Brasil depois de quatro anos na Itália e é, atualmente, um dos maiores destaques da Superliga 08/09.


 


Após o encerramento do terceiro turno, Sheilla aparece nas estatísticas da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) como a maior pontuadora do campeonato, com 272 pontos, a principal jogadora no ataque, com 28,44% de eficiência, segunda melhor no saque, com 9,70% de sucesso, sétima na defesa, com 45,69% de aproveitamento, e ainda foi a maior pontuadora da sexta e última rodada do torneio, com 24 pontos, na vitória sobre o Sport / Maurício de Nassau.


 


Os números são positivos, mas Sheilla afirma que não está totalmente satisfeita. “Fico contente, claro, mas o nosso time precisa melhorar mais um pouco para eu ficar completamente feliz”, garantiu. “Não penso muito nessas estatísticas individuais. Me preocupo mais com o grupo e o nosso ainda tem altos e baixos que não podemos deixar que aconteçam”, completou Sheilla.


 


Para o quarto torneio, que terá início no dia 11 de fevereiro, a jogadora confia em uma evolução da sua equipe. “O São Caetano / Blausiegel já deu uma boa crescida na competição e está no caminho certo. Tenho certeza de que vamos chegar ao play-off com uma tranquildade maior e sabendo que somos um time grande também” – afirmou a jogadora, sobre a fase onde apenas os oito melhores na fase classificatória seguem na disputa da Superliga.


 


Mineira de Belo Horizonte, Sheilla começou sua carreira no Mackenzie, no ano de 1997. “Antes, brincava no colégio, mas comecei a levar a sério mesmo quando fui chamada para o clube, aos 13 anos”, contou. Quando saiu do Mackenzie, Sheilla se transferiu para o Minas Tênis Clube e se manteve na capital mineira antes de ir para o Pesaro, da Itália, onde ficou durante quatro anos.


 


“As outras três edições de Superliga que disputei antes de ir para a Itália foram pelo Minas, mas só joguei mesmo na última. Nas primeiras, fiquei no banco de um timaço que tinha Pirv, Virna, Fofão e essa foi uma época onde aprendi muito. O tempo na Itália também foi muito positivo, e espero que essa temporada pelo São Caetano / Blausiegel ainda me dê muitas alegrias”, disse Sheilla.


 


Morar pela primeira vez em outro estado do Brasil não está sendo problema para a jogadora. “Me adaptei facilmente a São Caetano. A cidade é ótima e ainda estou bem perto de São Paulo, onde há opções para qualquer tipo de programa. Eu gosto de sair para jantar e bons restaurantes não faltam por aqui”, concluiu.


 


Além de Sheilla, o São Caetano / Blausiegel aparece bem nas estatísticas através de Fofão, que lidera no levantamento e é a segunda melhor jogadora do campeonato na defesa; Mari, que é a nona no ataque e décima na recepção; Edna, décima melhor jogadora no bloqueio, e Suelen, que aparece como segunda na recepção e décima na defesa.


 


Entre as 12 equipes que disputam a Superliga, o São Caetano / Blausiegel é o primeiro colocado no levantamento, terceiro no ataque, bloqueio e defesa e o quarto melhor time na recepção.


 


 

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