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Finasa vai a Araçatuba em busca da sexta vitória

12 jan 2007

Osasco (SP) – O Finasa vai neste sábado até a Araçatuba, no interior de São Paulo, jogar diante do Vôlei Futuro, às 15 horas, em partida válida pela penúltima rodada do primeiro turno da Superliga Feminina de Vôlei de 2006/2007. O jogo faz parte de uma rodada dupla que começa ao meio-dia, com o confronto entre Vôlei Futuro e Unisul (SC) pela Superliga Masculina.

Segundo colocado na mais importante competição de vôlei do país, com o mesmo número de pontos do líder Rexona-Ades, mas perdendo no set average, o Finasa vai atrás da sexta vitória consecutiva. Já o Vôlei Futuro, que ocupa a última posição no torneio, procura o primeiro triunfo.

Mesmo com a diferença na tabela de classificação, o técnico Luizomar de Moura prevê um confronto difícil, ainda mais que o time pode ter desfalques importantes. “A Paula sentiu o ombro esquerdo e ainda depende de avaliação do departamento médico, caso parecido com o da Elisangela, que já não foi a Macaé”, diz o treinador, referindo-se à última partida, contra o Cimed.

Luizomar lembra da partida que o time fez em Araçatuba pelo Campeonato Paulista e da grande festa da torcida no ginásio. “Temos um respeito muito grande pelo Vôlei Futuro, principalmente pelo projeto que visa formar novos valores para o esporte, e que hoje mantém equipes masculina e feminina”, explica o treinador.

O retrospecto no confronto entre as duas equipes nesta temporada, por sinal, é amplamente favorável ao campeão paulista, que venceu os seis jogos que fez diante do time de Araçatuba. Todas as vitórias, sendo uma pela Copa São Paulo de Vôlei e cinco pelo Campeonato Estadual, foram por 3 sets a 0.

Para algumas atletas, este pode ser um jogo interessante para testar coisas novas e ver como o time reage com os desfalques. “Individualmente, no papel, o Finasa pode até ser favorito, mas se nós não fizermos um bom jogo, isso nada representa. E sabemos que elas não vão entregar a partida de graça para a gente”, diz a central Valeskinha, que pode ser mantida como capitã.

Ela diz que o time precisa, acima de tudo, ter uma postura agressiva desde o início do jogo, sem bobear como no primeiro set diante do Cimed. “É aquela velha história de não ter mais time bobo, e por isso temos de entrar com vontade e força para ganhar”, acrescenta a jogadora.

Jogar em casa – Já o forte calor, muito comum nesta época em Araçatuba, não preocupa as atletas, em especial à meio-de-rede Carol Gattaz, nascida nessa região do interior paulista. “Não vejo isso como um problema. Estou acostumada, prefiro até jogar com calor do que com frio”, comenta a atleta.

Ela vai atuar na cidade pela primeira vez na carreira, já que no confronto do Paulista estava defendendo a seleção brasileira. “Para mim, esta partida é praticamente atuar em casa”, brinca a jogadora, nascida em São José do Rio Preto, há mais ou menos uma hora de distância.

Com as indefinições em relação à Paula Pequeno e Elisangela e as boas atuações de Fernandinha e Silvana em Macaé, o treinador ainda não sabe o time que colocará em quadra na partida deste sábado. Contra o Cimed, o time começou o jogo com Fabiana Berto, Carol Gattaz, Valeskinha, Natália, Paula Pequeno, Raquel e Arlene.

Fonte: ZDL

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