Federação Paulista de Volleyball

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Finasa busca o tetracampeonato da Superliga

27 out 2008

 


 


Fonte: ZDL


 


Time estréia nesta quarta-feira contra o Praia Clube/Futel, em Osasco


 


São Paulo (SP) – O Finasa busca a partir desta quarta-feira, quando estréia diante do Praia Clube/Futel (MG), às 19h30, em Osasco, mais um título da Superliga Feminina de Vôlei. Campeão nas edições de 2002/03, 2003/04 e 2004/05, vice em 1993/94, 1994/95, 1995/96, 2001/02, 2005/06, 2006/07 e 2007/08 e único clube a chegar à decisão em sete anos de forma consecutiva, o time dirigido pelo técnico Luizomar de Moura tenta conquistar o tetracampeonato da mais importante competição do vôlei nacional. A competição foi lançada oficialmente nesta segunda-feira no Hotel Hyatt, em São Paulo.


 


Com infra-estrutura de primeiro mundo, o Finasa vem mais animado ainda neste ano depois da conquista de três títulos importantes: a Copa do Brasil, em Curitiba, a quarta Salonpas Cup, em São Paulo, e o 10º Campeonato Estadual. A equipe tem como destaques quatro campeãs olímpicas (Carol Albuquerque, Thaísa, Sassá e Paula, considerada a melhor jogadora em Pequim), mas conta na verdade com um grupo uniforme, capaz de lutar mais uma vez pelo título.


 


Ao lado de atletas consagradas como Paula, Carol, Sassá e Thaísa, o Finasa conta com jovens de grande potencial como a meio-de-rede Adenízia, de 21 anos (melhor bloqueio da Superliga passada), a oposta Natália, de 19 anos, e a líbero Camila, também de 19 anos (melhor passe da temporada).


 


Como opção, Luizomar terá por exemplo a atacante Lia, de 23 anos e 1,87m, maior pontuadora da Superliga 2007/08, com 391 acertos. A equipe tem ainda as atacantes Suelle (21 anos) e Silvana (20); a levantadora Ana Tiemi (20); e a meio-de-rede Bárbara (21).



 


Para Sassá, campeã da Superliga de 2005/06, 2006/07 e 2007/08, vencer a competição tem sempre um motivo especial. “Quem já ganhou a Superliga nunca mais esquece o gostinho de felicidade. Como já experimentei essa emoção três vezes, estou motivada para buscar de novo o título”, destacou a mineira. “Há muitos fatores que me incentivam a conquistar a competição.”


 


De acordo com Paula Pequeno, o campeonato exige uma entrega constante. “Espero que nesta edição, tudo venha dar certo para o nosso grupo. A Superliga exige muito trabalho, paciência e uma luta diária”, enfatizou a atleta brasiliense. “São essas situações de empenho e dificuldades que também me motivam bastante a jogar o campeonato mais importante do país.”


 


Já Luizomar acredita ter um grupo forte para buscar o tetra. “Mais um ano o Bradesco nos oferece a oportunidade de termos um elenco em condições de disputar títulos. Com esse grupo, vamos lutar pela manutenção de conquistas”, comentou. “O importante é que já estamos adaptados à forma de disputa. Além disso, o grupo está motivado e ciente que esta edição tem tudo para ser a mais equilibrada de todas.”


 


Novas regras – A Superliga Feminina deste ano terá 12 equipes. A fase classificatória será dividida em quatro turnos, com os times divididos em dois grupos e, assim como em 2007/2008, haverá quatro finais de turno. O título mais uma vez será decidido em jogo único, pré-agendado para o Ginásio do Maracanãzinho, no Rio.


 


Duas regras novas, aprovadas pela Federação Internacional, em junho, em Dubai, começarão a vigorar já. A primeira mudança será com relação à invasão da linha central. Será permitido invadir a quadra adversária com qualquer parte do corpo, desde que uma parte dos pés do jogador esteja sobre a linha central ou dentro da quadra de sua equipe. Não será permitida a invasão caso haja contato direto com o adversário por baixo da rede.


 


Outra modificação será com relação ao toque na rede. Anteriormente, qualquer movimento que o jogador fizesse e tocasse na rede com qualquer parte do corpo era considerado falta. Agora, só será falta quando o jogador tocar no bordo superior ou na antena na parte de cima do bordo superior. Os atletas poderão tocar na malha da rede desde que esta ação não seja uma vantagem para a sua equipe, não atrapalhe o jogo do adversário, e ele não se apóie na rede para realizar o movimento.


 

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