Federação Paulista de Volleyball

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Brasil Vôlei Clube/SBC encara o Vôlei Futuro

25 ago 2009


 Fonte:
Photo&Grafia Comunicação/ com foto de Fidelle. (Cinara Piccolo /
Photo&Grafia)

 Santo
André (SP) – O Brasil Vôlei Clube / São Bernardo enfrenta o Vôlei Futuro amanhã
(25), às 20h, pelo Campeonato Paulista, com o único objetivo de vencer. O fato
de jogar em Araçatuba faz com que jogadores e comissão técnica se preocupem
ainda mais com o confronto, já que o público costuma lotar as arquibancadas do
Ginásio Plácido Rocha.

 O
levantador Carlos Fidele, que jogou pelo Vôlei Futuro nas duas últimas
temporadas, conhece bem o temperamento da torcida local. “Os torcedores fazem
toda a diferença. Eles empurram o time o tempo todo, mas, como eu conheço esse
lado, acho que vai ser mais fácil. A torcida de Araçatuba sempre teve carinho
por mim e espero que continue desse jeito”, brincou Fidele, de 2m07.

 O
jogador espera, também, que seu time saia com a vitória, já que, na última
partida, foi superado pelo Atibaia / Climed por 3 sets a 2. “Perdemos um jogo
que não podíamos e agora temos que ir para cima do adversário com 100% de força
para voltarmos a vencer e readquirir a confiança de antes. Por tudo isso, uma
vitória lá será de grande importância para a nossa equipe”, afirmou Fidele.

 Para
essa partida, Alexandre Stanzioni dará lugar a Rubinho, que está de volta ao
comando do Brasil Vôlei Clube / São Bernardo após a conquista do Sul-Americano
com a Seleção Brasileira. Stanzioni, que vem dirigindo a equipe desde o começo
da temporada 09/10, confia que seu time fará uma boa partida amanhã.

 “Fizemos
um jogo ruim contra Atibaia e é difícil que uma equipe do nível da nossa faça
dois jogos seguidos dessa forma. Vamos pensar só na vitória, mas sabemos que
não será um jogo fácil. Eles também vêm de derrota por 3 sets a 2 (contra o
Pinheiros / Sky) e vão querer arrancar essa vitória. Sem contar que a torcida
de Araçatuba é uma força a mais para o adversário”, comentou Alexandre
Stanzioni.

 Para
Rubinho, que volta ao time, o momento é de readaptação. “Essa situação vem
sendo normal nos últimos dois anos. Fico na Seleção, mas procuro acompanhar o
máximo possível do que está sendo feito no time. Não é fácil para mim, nem para
os jogadores, mas é uma questão de pouco tempo para nos adaptarmos”, garantiu o
treinador do Brasil Vôlei Clube e auxiliar de Bernardinho na Seleção
Brasileira.

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