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BRASIL DE SASSÁ TENTA NOVA VITÓRIA SOBRE A CORÉIA DO SUL

07 jul 2005

Taipei – Num grupo tão renovado como o da seleção brasileira feminina de vôlei, a ponta Sassá surge como uma das jogadoras mais experientes mesmo diante de seus 22 anos. Afinal, ao lado de Valeskinha, ela é a única do atual elenco que disputou os Jogos Olímpicos de Atenas. É com a força dessa juventude que o Brasil parte para cima da Coréia do Sul neste sábado(09.07), às 4h (de Brasília), no Taipei Municipal Gym, pela terceira etapa do Grand Prix, com transmissão ao vivo da TV Globo.

As coreanas, aliás, foram as adversárias da estréia do Brasil neste Grand Prix. Vitória por 3 sets a 0 (25/21, 25/20 e 25/14), em 1h17 de jogo, realizado em Tóquio. Mas Sassá se antecipa e diz que a partida, agora, será bem diferente. “A Coréia pegou ritmo de jogo durante o Grand Prix, já está mais entrosada. Não teremos vida fácil. E é um estilo ao qual não estamos acostumadas, de velocidade, de bolas rápidas nas pontas. Precisamos de muita concentração”.

Ensinamentos como este foram passados a Sassá durante sua ainda curta carreira e ela já procura transmiti-los. Afinal, não é qualquer atleta que tem uma Olimpíada no currículo. “Com essa bagagem que ganhei, hoje já não fico tão nervosa quando entro em quadra. A experiência que tive de jogar ao lado de jogadoras como Virna, Fernanda Venturini e Leila foi muito importante, de fazer as coisas na hora certa e de saber dosar a ansiedade”, afirma.

Sassá disputa seu quarto Grand Prix. Ficou em quarto lugar em 2002, na sétima colocação em 2003 e foi campeã na edição do ano passado. “O Grand Prix é uma competição de muita superação. Ficamos um mês inteiro longe de casa. E do outro lado do mundo, na Ásia, onde há uma cultura totalmente diferente da nossa. É preciso determinação redobrada para chegarmos bem até o fim. Quem sabe não sairei daqui com mais um título?!”, comenta Sassá.

Ela fala sobre a diferença de se disputar um Grand Prix e uma Olimpíada. “São duas competições que têm o seu charme, mas jogar uma Olimpíada é o sonho de qualquer atleta. É a integração de vários esportes, de pessoas de todo canto do planeta. E todos estão de olho em você, analisando o seu desempenho. É uma experiência para a vida toda”, garante Sassá, que é mineira de Barbacena, tem 1,79m e 76Kg.

Brasil e Coréia já disputaram 11 das 12 edições do Grand Prix – China, Cuba, Japão e Rússia são os únicos países que participaram de todas. As brasileiras, que estão na segunda posição no atual ranking da Fivb, foram campeãs quatro vezes, em 94, 96, 98 e 2004. Já as coreanas, em oitavo no ranking, jamais conquistaram um título na competição. A melhor colocação foi um terceiro lugar na edição 97.

Fonte: CBV

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